Este blog foi criado para relatar as situações de assédio moral vivenciadas durante os 21 anos em que atuei como educadora na Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto.

Através dele, publicarei documentos e relatos sobre as ações das pessoas que destruíram projetos benéficos para uma comunidade e a minha carreira de funcionária pública.

Neste espaço, também divulgarei informações para que outros trabalhadores possam compreender o que é o assédio moral, como agem os assediadores e como defender-se de suas ações destrutivas.

Se você também sofreu situações de assédio moral, envie o seu relato. Vamos trocar informações e discutir formas de evitar que outros educadores passem por situações semelhantes!

5 de abril de 2014

Delação, denúncia e falsa moral


Delação, denúncia e falsa moral
Psicanalista, professor do DFE da Universidade Estadual de Maringá (PR); doutorando em educação (FEUSP)


A delação, o dedurismo, a alcagüetagem, acontece quando uma pessoa entrega outra a uma instância de poder. O delator é movido por interesses pessoais, para se safar de pressões, por vingança, ou qualquer outro motivo sempre menos; ele está sempre convicto de que  a vítima é culpada – no mínimo, mais do que ele próprio – e, obviamente, não se importará se ela for exemplarmente punida. Os sentimentos que movem o dedo-duro são a inveja e o ódio; portanto, seu gesto não é fundado na ética, mas no mero desejo de “fazer mal” a alguém. Um dicionário jurídico considera a delação um “produto de um ódio ou qualquer outra paixão, quando, além do desejo de fazer mal...” (Vocabulário Jurídico de Plácido e Silva. Rio: Forense, v. 2, 1978: 488). O gesto do dedo-duro não visa a obtenção de se conseguir proventos materiais, mas provavelmente esconde um “outro tipos de ganho”: um gozo sádico contra o delatado. Leia mais...

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