O projeto da Biblioteca Comunitária foi elaborado pela
diretora 2006-09, Débora Malacario, apoiada pela coordenadora 2006-07, Andréia
Furtini e, posteriormente, pela Coordenadora 2008-09 Myllena De Marchi. Mais de
90% dos livros arrecadados foram provenientes de campanhas de Rotary/Rotaract e
Interact Clubs do Distrito 4480, Clubes do Rio Grande do Sul, Canadá (através
de uma ação da FATEC de Rio Preto) e Inglaterra.
Desde o início, líderes comunitários e funcionários públicos
de outras repartições que atuavam no bairro, aderiram à ideia, por considerarem
a necessidade de oferecer atividades sadias à população do Parque da Cidadania.
O psicólogo Rafael, do CRAS, a gerente da UBSF, Luciana, a
presidente da associação do bairro, Dalete, a coordenadora pedagógica da escola
Andréia Furtini da Silva, o voluntário Juarez do Nascimento, entre outros
colaboradores, participaram das primeiras reuniões. O voluntário Juarez do
Nascimento elaborou até um cartaz para o projeto.
Os Rotary Clubs do Distrito 4480 aderiram imediatamente à
proposta, atendendo ao pedido da diretora Débora, também rotariana e começaram
a fazer as primeiras doações: Dr. Rubens Santana Thevenard, Sr. Celso Luiz
Desidério Junqueira, Sr. Jorge Humberto D'Amico e o Sr. Roberto Matioli.
Era um dia chuvoso, mas o rotariano Franz Zimmermann, do
Rotary Club de Ariranha, não mediu esforços para trazer uma camioneta cheia de
livros para a Biblioteca Comunitária. Alunos, funcionárias, a diretora Débora e
a coordenadora Myllena ajudaram a descarregar a doação.
A inspetora de alunos Rosemar ajudou muito, tanto neste dia
como posteriormente, na organização desses livros, assim como os alunos que
colaboraram no transporte dos livros.
Mais uma doações vieram através do companheiro João Alberto
Cordeiro, do Rotary São José do Rio Preto e Companheira Márcia Pessoa, do
Rotary SJRP Novas Gerações. O rotariano Geisler Bosso, do Rotary SJRP Alvorada,
visitou a Biblioteca e entregou mais uma doação de livros do seu clube.
Com o objetivo de estimular a realização de um projeto de
leitura específico para as 8ªs séries, a diretora Débora solicitou uma doação
de 40 exemplares do Livro "O Diário de Anne Frank" ao rotariano
Geisler Bosso, da Vilage Marcas e Patentes, e foi prontamente atendida. O
representante da Vilage Marcas e Patentes, a diretora Débora, a coordenadora
pedagógica Myllena Barbosa de Marchi Gobbi e a professora Stael Maria de
Grandi, que sempre acompanhou as atividades da direção da escola.
Em reunião do Rotary SJRP Norte, recebemos uma homenagem
pela iniciativa do Projeto Biblioteca Comunitária, além de mais uma doação do
Rotaract Norte. Com o incentivo do governador José Luiz Sanches Vargas, do
Distrito 4480 de Rotary International, e de sua esposa Maria Lúcia, também
professora, o Rotaract Norte fez a doação de 30 atlas de geografia para a
escola, além de outros livros arrecadados em campanha realizada por aquele
clube de jovens.
Quem não se lembra de todos os funcionários da escola
completamente envolvidos na classificação dos livros? Todos queriam colaborar e
o clima era de completa harmonia! Gente que trabalhou muito, muito mesmo, para
que a biblioteca se tornasse realidade: Aleandra, D. Cleuza, D. Idalina,
Evandro, Saulo e a coordenadora Myllena.
Myllena e o vigia Sr. Luiz, separaram material descartável
das doações, para converter em fundos para livros novos. Ninguém se preocupou
com poeira ou esforço físico. Éramos movidos por um ideal! Na época, D. Idalina
já tinha mais de 70 anos. Você acha que existe idade para ter ideais e para ser
útil às outras pessoas? Sempre seremos gratos pelo exemplo e dedicação desta
mulher maravilhosa!
O estagiário de informática Bruno Scramin, sempre tão
colaborador e comprometido com os projetos da escola, também deu muitas
colaborações por aqui.
Aos poucos, as prateleiras foram ficando cheias com as
doações. E foram chegando mais e mais, aponto de podermos doar livros para
outras instituições! Rotarianos do Rotary SJRP Alvorada, RC SJRP Sul e do Rio
Grande do Sul, em visita à nossa biblioteca. Interactianos e rotariana de
Guapiaçu visitaram a escola.
Alunos da Escola (Welligton e Ullemberg), ajudaram a
descarregar a doação de livros do Interact de Guapiaçu. Nossos alunos Herick,
Ullemberg e Wellington, apreciavam um os livros doados.
Jovens do Interact Club Novas Gerações apresentavam com
orgulho, os livros adquiridos através de campanha realizada pelo seu clube e
realizam palestra sobre liderança. Os alunos Guilherme Camilo e Elizeu apreciavam
os livros de literatura novíssimos, doados pelo Interact Club SJRP Novas
Gerações.
Interact Club SJRP Novas Gerações atenderam ao pedido do
Professor Jhonny e completaram os 40 atlas de geografia. Doação de livros do
Rotary do Canadá, intermediados pelo Rotary São José do Rio Preto Norte e pela
Faculdade de Tecnologia de Rio Preto - FATEC.
Um Mutirão para organização da Biblioteca Comunitária. O
presidente do Rotary Club SJRP Sul, Olívio Carlos de Almeida e alunos da escola
participaram em conjunto com os rotarianoss: Nelson Ohno, também vereador, a
diretora Débora, Olívio Carlos de Almeida, presidente 2009-2010 do Rotary Club
São José do Rio Preto Sul. Ao fundo, nossa funcionária Aleandra, que sempre se
dedicou muito à escola.
O rotariano Breno Mielli também participou do mutirão e deu
muitas orientações aos alunos. Doação de computadores para a Biblioteca
Comunitária, realizada pelo Rotary Club São José do Rio Preto Sul, em parceria
com a UNESP. Destaque para a constante presença da secretária municipal Duda
Laguna e dos governadores de Rotary nos eventos da escola.
A nossa luta para transformar a biblioteca da Escola
Municipal Paul Percy Harris em um espaço comunitário foi árdua, porém vã. Conseguimos
a instalação de uma porta que se comunicava diretamente com a área externa da
escola, para que a comunidade pudesse acessar a biblioteca sem ter que entrar
na escola, porém não conseguimos um funcionário para o atendimento. Antes de
sair de férias, tomei as últimas providências em relação à biblioteca.
Em meados de setembro de 2009, ainda em férias, participando
de um intercâmbio do Rotary, soube que havia sido afastada da direção da escola
através do email de uma professora e de mensagens de alunos no orkut.
Em nenhum momento tomei ciência do fato através de algum
documento emitido pela Secretaria Municipal de Educação. Ao retornar das
férias, apresentei-me na escola para retomar meu cargo de professora de Educação
Física.
Logo após o meu afastamento da direção da escola, a diretora
recém admitida por concurso Marisa Ribeiro e a coordenadora pedagógica Juliana
Vargas Passarini, encaminharam à Secretaria Municipal de Educação um documento
assinado por professores e alunos, EM FOLHA DIVERSA À LISTA DE ASSINATURAS,
como manifestação de apoio ao trabalho realizado por ambas naqueles dois meses,
considerando como mérito das mesmas, entre outras coisas, o funcionamento da
biblioteca.
O documento foi protocolado em 12 de novembro de 2011
(coincidentemente o mesmo período em que as mesmas realizaram uma série de
acusações sobre a minha atuação na direção da escola, que desencadearam a
instauração de uma comissão de diligência).
É interessante observar que eu já havia retornado das férias
e que, como docente da escola, esse documento não me foi mostrado e não me foi
solicitado assinar tal manifestação de apoio. Tal fato ocorreu nas minhas
costas e com o objetivo de minimizar a importância do meu trabalho na escola.
Vale ainda salientar que a coordenadora pedagógica Juliana
Vargas Passarini estava na escola há quatro meses e a diretora Marisa há apenas
dois.
Não há registros de atendimento à comunidade no período em
que ambas permaneceram na escola, ou seja, até dezembro de 2009, quando
solicitaram remoção.
Durante o período em que ambas permaneceram na escola, em
momento algum fui procurada para fornecer-lhes informações sobre o projeto da
biblioteca comunitária.
No ano de 2010, assumiram a gestão da escola a diretora
Maria Luiza da Silva Borges e o coordenador pedagógico Osvaldo Luiz Bauch. No
blog da escola, elaborado na época, não há nenhuma menção sobre o trabalho
realizado pela equipe da escola durante o período 2006-2009. Ambos também
atribuem à sua gestão o funcionamento da biblioteca. Pelas fotos, percebe-se
que não há muita diferença entre as condições desse espaço em 2010,
comparando-se com o estado em que foi deixada em 2009, quando houve o mutirão
de organização realizado pela equipe escolar, membros do Rotary Sul e alunos.
A manutenção da biblioteca se deve, em grande parte, à
professora Angela Perozin, professora readaptada, que realizava este trabalho
desde 2009, quando começou a fazer o tombamento dos livros.
Tentei apresentar a proposta inicial da biblioteca à
diretora, porém a mesma não se interessou em me ouvir. Não há registros de que
a comunidade tenha usufruído da biblioteca neste período.
No ano de 2013, procurei a coordenadora pedagógica Samira
Cristina Daas Santos, para tentar falar sobre o projeto da biblioteca
comunitária. Minha intenção era pedir que fosse apurado o desaparecimento de
vários livros da biblioteca, entre eles alguns das coleções vindas do Canadá.
Também pretendia solicitar que o projeto da biblioteca comunitária fosse
retomado.
Fiz algumas doações de livros.
A coordenadora disse que ia me ouvir, porém não poderia
fazer nada porque não pretendia permanecer na escola. Alguns dias depois, após
um desentendimento entre o professor responsável pelo programa mais educação na
escola e eu, por causa de uniformes da fanfarra que não haviam sido devolvidos
ao lugar onde eram guardados, um novo documento com acusações foi elaborado,
porém sem que eu fosse ouvida e tivesse o meu depoimento registrado.
Neste documento, o professor Diego Mahfouz Faria assume ter
mandado abrir o armário do depósito de materiais de Educação Física sem a minha
presença, alegando ter encontrado o livro de tombamento da biblioteca no
armário.
Em momento algum tive a oportunidade de conversar com a
diretora da escola Paula Regina Pereira sobre o ocorrido, apesar de ter tentado
por mais de um mês que a mesma fosse até o local para verificar os materiais
que lá se encontravam.
No período das férias, o espaço havia sido remanejado pela
supervisora de ensino Elza de Araújo Goes, e em nenhum momento minha presença
foi solicitada para prestar quaisquer esclarecimentos ou informações.
As acusações foram encaminhadas à Secretaria de
Administração e anexadas ao processo administrativo que já havia sido
instaurado, mesmo não sendo matéria do mesmo.
Nota: anexei apenas as partes do documento que se referem à
biblioteca. O documento na íntegra será publicado oportunamente. A idéia é
mostrar como se constrói a rede de intrigas com a finalidade de destruir a
moral da pessoa assediada. A supervisora Elza nunca conversou comigo sobre
qualquer assunto relacionado à Escola Municipal Paul Harris.
Em momento algum fui solicitada pela equipe gestora do ano
de 2013 a dar qualquer informação, pois jamais me consideraram como alguém que
pudesse dar alguma contribuição com a experiência de ex gestora.

Eu aprendi muito cedo com uma Diretora de Escola, que tudo o que fazemos devemos registrar, e é isto o que vejo aqui Débora, a sua história e de tantas outras pessoas tem registro, tem fotos, tem documentos, tem IDENTIDADE. E mais uma vez se prova que "QUEM SABE FAZER, FAZ E FAZ BEM FEITO"... e é bem ai que passamos a incomodar, porque os "HOMENS DO PODER" só sabem tapar buraco para dai um tempo voltar lá e tapar novamente. Sabemos a importância que uma biblioteca tem para uma ESCOLA E SUA COMUNIDADE, e não se constrói um espaço assim em um dia... SÃO MUITOS DIAS, QUE SOMADOS SÃO MESES E ANOS... ESTE TRABALHO ENVOLVE TEMPO E GENTE... GENTE DE BOA VONTADE.... E MAIS DO QUE UM ATO DE CIDADANIA É UMA "ATITUDE DE DELICADEZA"... E COMO ISTO INCOMODA... E SE AO CHEGAR JÁ ESTIVER FEITO, SE PENDURA UMA PLAQUINHA E DÁ-SE O NOME E O LABOR A QUEM SE QUER... MAS FELIZMENTE FOTOS NÃO SE APAGAM COM BORRACHA E MUITO MENOS COM "CANETA". Ps. aquela mesma caneta que assinou a nossa demissão.
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