Este blog foi criado para relatar as situações de assédio moral vivenciadas durante os 21 anos em que atuei como educadora na Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto.

Através dele, publicarei documentos e relatos sobre as ações das pessoas que destruíram projetos benéficos para uma comunidade e a minha carreira de funcionária pública.

Neste espaço, também divulgarei informações para que outros trabalhadores possam compreender o que é o assédio moral, como agem os assediadores e como defender-se de suas ações destrutivas.

Se você também sofreu situações de assédio moral, envie o seu relato. Vamos trocar informações e discutir formas de evitar que outros educadores passem por situações semelhantes!

21 de fevereiro de 2014

O que a imprensa divulgou...


Esta é a escola pela qual tanto lutei...


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Um comentário:

  1. Quando o aluno diz que não quer ir para a escola... que "matar aula", ficar em casa ou na rua é mais "proveitoso", ele tem lá suas razões... Quem gostaria de praticar esporte num lugar assim? Quem gostaria de passar parte do seu dia num lugar assim? E é isso o que chamam de "escola"... Uma escola assim não dá vontade de estar nem de ficar... se fica é pq a lei obriga "todos na escola"... Paulo Freire já alertava esta situação a algumas décadas como no livro: "CUIDADO, ESCOLA!". VOU DEIXAR AQUI UMA HISTORINHA PARA REFLEXÃO: TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM E NINGUÉM: "Que conta a história de quatro pessoas: Todo mundo, Alguém, Qualquer um e Ninguém. Onde havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza de que Alguém o faria. Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez. Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo. Ao final, Todo Mundo culpou ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.

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